sexta-feira, 27 de junho de 2008

Eu tenho um Moleskine!!


Claro que o mais desatento dos visitantes e amigos poderá olhar a foto e pensar: Dahhh, um caderninho preto, porquê tanto entusiasmo!?

Um caderninho preto???? Um caderninho preto NÃO! Um Moleskine :D

Pois este Moleskine foi-me oferecido no 33º aniversário pela prima Daniela e respectivo apêndice (ooopsss, Hugo... brincadeirinha :D)

Tem estado guardado à espera de melhores dias, que, para aviso, estão quase quase a chegar!!

Para quem, como eu, tem paixão pela escrita, seja de que forma fôr, ter um Moleskine para poder nele derramar os seus pensamentos, é algo de inexplicável, o mesmo deverá acontecer com quem tem paixão por desenhar, mas aí tô fora, não só não tenho paixão como jeito absolutamente algum!
Claro, um Moleskine não ensina nem a escrever nem a desenhar, mas provavelmente inspira quem tem algum jeitinho para tal...

E não há o que chegue perto da sensação de escrever no papel, de sentir o cheiro... enfim, coisas que o PC não nos oferece e que eu, particularmente não dispenso!

Cada caderninho destes traz um folheto com uma breve história acerca de como surgiram e de como ressurgiram... Interessante, digo eu e por isso aqui fica:

The history of a legendary notebook

Moleskine is the legendary notebook used by European artists and thinkers for the past two centuries, from Van Gogh to Picasso, from Ernest Hemingway to Bruce Chatwin. This trusty, pocket-size travel companion held sketches, notes, stories and ideas before they were turned into famous images or pages of beloved books.

Originally produced by small french bookbinders who supplied the Parisian stationery shops frequented by the international avant-garde, by the end of the twentieth century the Moleskine notebook was no longer available. In 1986, the last manufacturer of Moleskine, a family operation in Tours, closed its shutters forever. "Le vrais Moleskine n'est plus" were the lapidary words of the owner of the stationery shop in Rue de L'Ancienne Comédie where Chatwin stocked up on the notebooks. The English writer had ordered a hundred of them before leaving for Australia: he bought up all the Moleskine that he could find, but they were not enough.

In 1998, a small Milanese publisher brought Moleskine back again. As the self-effacing keeper of an extraordinary tradition, Moleskine once again began to travel the globe. to capture reality on the move, pin down details, impress upon papper unique aspects of experience: Moleskine is a reservoir of ideas and feelings, a battery that stores discoveries and perceptions, and whose energy can be tapped over time.

The legendary black notebook is once again being passed from one pocket to the next; with it's various different page styles it accompanies the creative professions and the imagination of our time. The adventure of Moleskine continues, and its still-blank pages will tell the rest.

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quinta-feira, 26 de junho de 2008

Fernando Pessoa


Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada.

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quarta-feira, 25 de junho de 2008

Nenhum Olhar


Aí está mais um livro terminado! Este, por vários motivos, levou mais um tempinho do que o habitual.

Um livro, para mim, de leitura algo complicada mas no entanto envolvente. A certa altura a fazer lembrar Saramago por nos deixar sem fôlego na ânsia de chegar ao fim de uma ideia...
Um livro triste, uma história diferente, um livro diferente e um autor a considerar. A requerer muita atenção para não nos perdermos na confusão de narradores e de personagens... com a Planície Alentejana como pano de fundo, sob um Sol abrasador e... nenhum Olhar...

Obrigada Fernando Lusbelo e Gina pela oferta e como diz no autógrafo do autor:


"(...) páginas de homens e mulheres da terra, de anjos e demónios do Céu. (...)"

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segunda-feira, 23 de junho de 2008

Sentir


Não sei há quanto tempo foi
Há quanto tempo é que eu senti
E sentindo tanto e tão forte
Conforme o senti, o escrevi
Mas desde que tudo mudou
Tentei mudar meu sentir
E na forma do meu escrever
Encontrar maneira de não fugir
Mas fingir também não é opção
Não sentir é coisa que não se põe
Não escrever mata o meu coração
Não te ver ... mais do que se supõe
Os dias passam e a nostalgia toma conta
A saudade aperta o coração que sofre
O coração chora, e dos olhos a água brota
E o que vivemos, a razão encerra num cofre
Oh razão ... diz à alma que não sofra
Que a vida está toda aí para ser vivida
Faz com que ela te oiça com atenção
E que possa sair da situação sem ser ferida

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sexta-feira, 20 de junho de 2008

LINDO!!

GRANDE Rui, GRANDE música... GRANDES vozes...

Enfim...


quinta-feira, 19 de junho de 2008

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Pergunto-me!



Que conclusão retirar do facto da minha hérnia de estimação acordar sempre que estou de férias!?

HEIN!!??


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terça-feira, 17 de junho de 2008

Tic-Tac


Ouço o relógio e cada segundo...
TIC-TAC TIC-TAC TIC-TAC
Os segundos se tornam minutos
Os minutos, invariavelmente, horas...
Há quanto tempo aqui estarei ???!!!
TIC-TAC TIC-TAC TIC-TAC
Perdi-me ... Não sei...

Olhei... busquei... procurei...
TIC-TAC TIC-TAC... não encontrei!
Sinto que o tempo me foge
TIC TAC TIC TAC TIC-TAC
Queria ser intemporal...
Assim o tempo seria para mim
Uma espera apenas normal...

Que dizer? Que fazer?
TIC-TAC TIC-TAC TIC-TAC
A razão é a dona da verdade
Eu, nada sou... apenas coração
E o tempo não está do meu lado
Não me pode dar a mão...

Razão VS Coração... a eterna dupla
Qual das duas a mais certa???!!!
Quem somos nós para julgar?
Deixemos a porta aberta, o tempo passar
TIC-TAC TIC-TAC TIC
Um tempo que não se cansa de esperar!

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sexta-feira, 13 de junho de 2008

Férias

Monte dos Arneiros/2004


Pois é!

Férias, assim como as entendo, deveriam ser muito mais do que apenas o não ir trabalhar. Já não digo, com a crise que aí vai, viajar, ir para fora, mas pelo menos ter descanso. Descansar o corpo e a mente...

Vejo-me até, como na foto, esticada numa rede num Monte Alentejano, o Alentejo que tanto gosto... pensar em nada, estar comigo, ler e ler e ler... dormir e passear à vontade, ir ao litoral que amo... chegar bem cedinho ao Carvalhal, praia deserta... que mar... outro dia chegar a Porto Covo... mar, mar e mar... Paz!

But...

Fica para a próxima!!

Resta-me o consolo de que estas férias servirão para organizar, empacotar, arrumar... a minha vida! Uma nova está a começar e tem de começar cheia de energia, cheia de sorrisos, cheia de vontade!!

Siga a marinha!! :D

Ahh!! Já me esquecia... apesar de começarem hoje as férias... Não! Não vou ao Sto. António... :S

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quarta-feira, 11 de junho de 2008

Imaginação?


É tudo fruto da minha imaginação
Todas as palavras que escutei não as falaste
Todos os carinhos que senti não foram por ti dados
Cada tremer do meu corpo ... tu não vibraste

Na minha imaginação vejo-te, sinto-te
Escuto o que me não dizes ... não há segredos
Somos livres e ao amor nos entregamos
Com Paixão, sem culpas e sem medos

Na minha imaginação o Mundo pára!
Fica apenas uma música de fundo ...
E nós, frente a frente tremendo de emoção
Nos entregamos ao amor puro e profundo!

Se tudo acabasse na minha imaginação,
Não haveria o sofrimento das ausências
Não haveria a incerteza do passo a dar
Apenas a Felicidade e o perpetuar de inocências.

[20061108]

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terça-feira, 10 de junho de 2008

Encontro íntimo


Marquei aqui um encontro comigo
Cheguei a horas mas ainda não estava
Começa mal esta nossa questão
Chegar tarde não é coisa que se faça

Quero olhar-me olhos nos olhos
Dizer-me tudo aquilo que penso
Quero depois ver a minha reacção
Sem dúvida que aqui eu pertenço

Mas que lágrimas são estas nos meus olhos?
Porque tremo assim sem razão?
Digo-me a mim própria não vale a pena
Sinto as batidas do meu coração

Acalmo-me, respiro fundo
Ainda bem que aqui eu me encontrei
Já sei que um dia que eu desapareça
Para estar aqui eu tudo farei!

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segunda-feira, 9 de junho de 2008

Dreaming


How can I tell my dreams it's time to wake up
How can I keep my thoughts from running wild
How can I stop my heart from beating so fast
Every time I feel your presence so smooth and mild

Each time I close my eyes and take a deep breath
Each time I think of the words you've spoken
I can't help wondering where you are now
And if you feel like you've got your heartbroken

But then, as I feel I'm going down in sorrow
I tell myself I must be patient and strong
I've got to give it time, it'll be better tomorrow
There's no way our Love should be wrong

And the distance, that tears me in pieces
That kills me each day a bit
Will be the same distance that ... someday
Will bring you near to me ...

Let me keep dreaming ...

[20061105]

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quinta-feira, 5 de junho de 2008

Timings


Fotografia de Fernando Lusbelo


Cada um de nós gere os seus próprios timings, nem sempre o fará da melhor forma, mas é na convicção de que o está a fazer, que muitas vezes se sujeita a circunstâncias que, para alguns ou em determinados contextos, seriam no mínimo rídiculas...

Só que, apenas quem vive a sua própria circunstância pode aferir e rotular, ninguém mais tem o direito de o fazer.

Vou onde me leva o coração e aprendo que... nunca se está preparado para aquilo que achamos não ser possível, ou pelo menos, que queremos crer não ser possível...

A vida é assim, uma constante descoberta... nem sempre de coisas boas, mas que nos ajudam a crescer.


(...) um dia vou construir um castelo (...)

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quarta-feira, 4 de junho de 2008

Como uma onda no mar...

Nada do que foi será

De novo do jeito que já foi um dia

Tudo passa, tudo sempre passará

A vida vem em ondas como o maaaar

Num indo e vindo infinito

Tudo que se vê não é

Igual ao que a gente viu há um segundo

Tudo muda o tempo todo no muuundo

Não adianta fingir

Nem mentir pra si mesmo

Agora

Há tanta vida lá fora,

aqui dentro

Sempre

Como uma onda no mar...

terça-feira, 3 de junho de 2008

Se...


Se o Sol não nascesse
e aquela árvore não crescesse,
se a maré não enchesse
e o mundo não girasse
Se os pássaros não cantassem
ou se os cães hibernassem
se os ricos fossem pobres
e o inverso também fosse verdadeiro
Se os Nobres não mais fossem Nobres
E os milionários dessem todo o seu dinheiro,
Se o Homem fosse Imortal
ou pacifico ou ecologista
Toda a vida seria caricatural
Tudo estaria errado
Algo, no Universo estaria trocado...

Mas há aquela verdade Absoluta
Aquela característica imutável
que nem com mais ou menos luta
Seria de todo alterável:
TU existes......
E mais importante ainda...
estás lá quando é preciso...
e és preciso......
SEMPRE!!

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segunda-feira, 2 de junho de 2008

Dúvida


Eu sei...

Todos nós a determinada altura nos questionamos sobre a nossa vida, seja a que nível for.

A dúvida neste momento é sobre qual das opções surtirá um melhor efeito:

RESET!?

OU

DELETE!?

Um desabafo, apesar de todas as mensagens positivas que me obrigo a repetir a mim mesma todos os dias, que aqui colo, grito, invento... na tentativa quase desesperada de ... nelas acreditar!!

Há dias assim...

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